PROPAGANDA:TEORIA- TÉCNICA- PRÁTICA
Armando Sant’anna
Ismael Rocha Junior
Luiz Fernando Dabul
Edição 8º 2013
Editora Cengage learning
revista e ampliada pág 86,87
Armando Sant’anna
Ismael Rocha Junior
Luiz Fernando Dabul
Edição 8º 2013
Editora Cengage learning
revista e ampliada pág 86,87
(…) O artista que trabalha para a publicidade deve buscar a verdade sensorial subjetiva,deve recorrer ao realismo concreto,expressão viva da realidade,daquilo com que o público se sente familiarizado (…) O problema não é imitar a natureza humana,mas obter a essência do sujeito representado
(…) O artista,ao projetar para fora o seu pensamento no mundo do extraordinário e por sua interpretação na mente dos leitores,deve ter a sustentabilidade não só de comunicar o seu pensamento,mas também de determinar e provocar a ação desses leitores. É preciso que a arte enriqueça a publicidade,contribuindo para mostrar da melhor maneira a mensagem,para que o público entenda mais facilmente o que o anúncio tenta comunicar.
(…) O espírito humano só se detém naquilo que lhe interessa pessoal e diretamente,desviando-se do que não cativa sua atenção
(…) A pessoa só vê e compreende realmente o que interessa a seu próprio ser. Dessa forma,encontrando-se a atenção ligada à compreensão pela noção do interesse egocêntrico,é importante observar que uma pessoa tenta compreender o objeto de uma publicidade que tenha atraído sua atenção desde que ele apresente um fato que lhe pode interessar,enfocado de seu ponto de vista ( e não do ponto de vista do criador) e desde que esse fato a impressione e a motive. Ao público,interessa muito mais a satisfação que pode obter com o produto do que o próprio produto em si.
Minha opinião:
O trabalho de qualquer artista deve ser pautado na criação,Quando o artista cria e esse objeto atinge o seu público alvo,o sucesso é quase que garantido.mas,o artista não está imune de “erros”,e mesmo quando erra,ele acerta,mesmo que não tenha o objetivo alcançado a criação vai permanecer como objeto de comunicação,pelo menos para o seu criador.
De forma inversa,quanto ao sucesso de uma peça publicitária,é nesse instante que a publicidade atinge o ponto “G” do consumidor. é pra isso que a publicidade serve,criar situações ilógicas,despertar emoções que se,colocadas em práticas movimenta todos os seguimentos da sociedade,mesmo de forma incompreensível…para os leigos, claro.

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